Mapa atualizado do Estado de São Paulo de recomendação da vacina contra a Febre Amarela.

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Em verde as áreas já definitivas, e em roxo as temporárias em função da recente epizootia nos parques de São Paulo, Campinas e Jundiaí, mas provavelmente não vai durar muito. Pelo andar da carruagem haverá necessidade de expansão das áreas de vacinação não só no Estado de São Paulo como em todo o Brasil.

Hepatite A: como se proteger da doença que cresceu quase 11 vezes em São Paulo neste ano

Surto colocou quatro pessoas na fila de emergência para transplante de fígado e causou duas mortes; ao todo, 155 pessoas foram hospitalizadas.

Fonte: Hepatite A: como se proteger da doença que cresceu quase 11 vezes em São Paulo neste ano

A vacina & a cura do HIV

Inevitavelmente, a cura do HIV vai precisar envolver uma vacina capaz de melhorar a habilidade natural do organismo para controlar o vírus. Pelo menos, é isso o que foi discutido no seminário Steps…

Fonte: A vacina & a cura do HIV

Primeira infecção por zika garante proteção em 2º contágio, diz pesquisa  

Estudo em cobaias testou se uma primeira infecção por zika poderia proteger no caso de uma segunda. O resultado preliminar é que sim.

Fonte: Primeira infecção por zika garante proteção em 2º contágio, diz pesquisa  

 Resultado da pesquisa não surpreende. Mesmo assim bastante relevante.

Pintura: “O Médico”

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Aproveitei a postagem de um colega de turma – Dr. Roberto Amaral – no grupo do Zap e trouxe para o blog de tão tocante que é.

Este quadro tem como título: The Doctor
O inglês Sir Samuel Luke Fields foi o artista responsável por um dos mais belos quadros que têm médicos como tema. A célebre obra retrata um médico pensativo observando uma criança gravemente doente:

” The Doctor”,1891; Samuel Luke Fildes (1844-1927), Óleo sobre tela, Galeria Tate (Londres)

Ao pintar a criança enferma Fields inspirou-se no drama que viveu com o falecimento do seu filho na noite de natal de 1877. O quadro foi uma homenagem do pintor ao médico prestativo que assistiu seu filho até a hora da morte. Para que a tela fosse mais real possível, Luke Fields reproduziu no seu ateliê a sala de sua casa, palco do óbito de seu herdeiro.

No quadro, nota-se o médico em primeiro plano, olhando para sua paciente enquanto pensa se, a despeito do grau da enfermidade, é possível encontrar uma terapêutica eficaz.Observa-se também uma jovem doente, pálida, fraca e adormecida.

No fundo vemos uma mãe aflita, preocupada e desesperançosa, sua cabeça baixa traduz o desespero de quem espera o pior. Também é notável a expressão do pai, que não pode conter sua preocupação com a doença de sua filha, mas procura manter a calma, a fim de confortar a mãe. Se levarmos em consideração a época em que a tela foi pintada, é possível supor que o quadro retrata uma vítima de alguma doença infecciosa incurável, comum na era pré-antibiótica.

 

O Doutor foi concluído em 1891, atendendo a um pedido da rainha Vitória, da Inglaterra. O trabalho que custou três mil libras esterlinas, foi intermediado por Sir Henry Tate, em cuja homenagem existe atualmente em Londres, na Galeria Tates, onde essa obra de arte encontra-se exposta.

Vigilância Epidemiológica confirma caso de leishmaniose em criança de um ano e oito meses em Presidente Prudente

População é orientada a retirar dos quintais todo tipo de matéria orgânica em decomposição, como galhos de árvores, frutos e folhas. Paciente mora no Jardim Prudentino.

Fonte: Vigilância Epidemiológica confirma caso de leishmaniose em criança de um ano e oito meses em Presidente Prudente

UOL: Com letalidade de 55,7%, sepse é a doença que mais mata em UTIs no Brasil

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acesse a reportagem do UOL aqui

O Brasil tem uma taxa extremamente alta de morte por sepse em UTIs, superando até mortes por acidente vascular cerebral e infarto nessas unidades. Segundo levantamento organizado por pesquisadores da Unifesp.

De AVC a acidente de trânsito: as 10 principais causas de morte no mundo

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Acesse a reportagem do UOL aqui

Depois de muitos anos a AIDS saiu da lista, mas outras velhas conhecidas dos infectologistas, como a tuberculose, a infecção respiratória aguda e as gastroenterites continuam lá.

Segundo caso de febre amarela em humano é confirmado em Itatiba

Secretaria Estadual de Saúde confirmou a doença em um paciente de 68 anos que está internado no hospital da Unicamp. Em outubro, um idoso morreu por conta da doença na cidade.

Fonte: Segundo caso de febre amarela em humano é confirmado em Itatiba

Como baixei esta notícia do ProMed Mail, aproveito para postar o comentário de seu moderador, Dr. Rodrigo Angerami, fazendo minhas suas palavras…

Os 2 casos confirmados em Itatiba, o reportado agora e o anterior eram residentes em área rural, em propriedades com presença de mata; em um dos casos, houve a morte de primata não-humano confirmado com febre amarela na própria propriedade. Detalhe: apesar de as ações para vacinação em Itatiba estarem sendo conduzidas desde abril/2017,nenhum dos dois casos eram/foram vacinados contra febre amarela.

Ampliar a cobertura vacinal, sim, é importante. Adotar vacinação
contra febre amarela na rotina para toda população do país, sim, é
uma tendência. No entanto, em curto prazo, mais do que vacinar
milhares e milhares de pessoas é vacinar, prioritariamente,
oportunamente (em algumas áreas emergencialmente), as pessoas
“certas” (susceptíveis e potencialmente expostas) dos lugares “certos” (áreas de maior risco de transmissão).

A ocorrência dos 2 casos de febre amarela de Itatiba deve ser
compreendida como evento sentinela (e exemplo para outros
municípios), como oportunidade perdida.