4ª onda de covid: o que explica alta de casos no Brasil – BBC News Brasil

Variantes com alta transmissibilidade, relaxamento de medidas preventivas e redução da imunidade contra a covid meses após a vacinação são fatores que explicam recente aumento de casos, segundo especialistas.

Fonte: 4ª onda de covid: o que explica alta de casos no Brasil – BBC News Brasil

Effect of Early Treatment with Ivermectin among Patients with Covid-19 | NEJM

Original Article from The New England Journal of Medicine — Effect of Early Treatment with Ivermectin among Patients with Covid-19

Fonte: Effect of Early Treatment with Ivermectin among Patients with Covid-19 | NEJM

 

Então, nã funciona mesmo. O mais importante do trabalho desse grupo brasileiro, além de seu n e do rigor do desenho, é que ele conta com defensores apaixonados da Ivermectina no grupo de estudo. A conclusão é inequívoca ao meu ver.

A ômicron e as crianças

A variante ômicron do novo coronavírus não poupou as crianças, em especial aquelas com menos de 5 anos, que não podem ser vacinadas. A pesquisadora Kristin Marks, do serviço de inteligência de epidemias dos Centros para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, analisou os dados de 2.562 internações de pacientes com idade inferior a 5 anos ocorridas entre 1º de março de 2020 e 31 de janeiro de 2022 em 14 estados norte-americanos.

Fonte: A ômicron e as crianças

Anvisa aprova uso emergencial de medicamento da Pfizer contra a covid-19

Fonte: Anvisa aprova uso emergencial de medicamento da Pfizer contra a covid-19

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou hoje a autorização temporária de uso emergencial do antiviral Paxlovid, produzido pela Pfizer. O medicamento é indicado para o tratamento de adultos que “não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado” de desenvolvimento da forma grave da doença.

Agora vai???

Reportagem: Carlos Madeiro – BA.2: Mutação da ômicron avança na Europa e cientistas temem alta no Brasil

Fonte: Reportagem: Carlos Madeiro – BA.2: Mutação da ômicron avança na Europa e cientistas temem alta no Brasil

Máscaras: usar ou não usar, eis a questão

Compartilho esse texto, muito sensato por sinal. Vale a reflexão quando estamos discutindo o abandono das máscaras em ambientes fechados.

Não deixe de ler! Esta leitura vai ajudar você a decidir sobre quando usar as máscaras, como planejar seu 2022 com o menor risco possível!

Texto do Filipe Veiga, pediatra (RJ).

“A pandemia acabou? Estamos prontos para voltar a viver como 2019?

Após 2 anos muita coisa mudou, nós mudamos. Querendo ou não.

Nesse período….
A ciência foi capaz de impedir milhares de hospitalizações e mortes com a maior campanha vacinal da nossa história. Em pouco mais de 1 ano mais de 10 bilhões de doses foram aplicadas.

A população passou por uma prova de fogo, muitas vidas perdidas, familiares e amigos que se foram precocemente. O lockdodown e as mudanças radicais na forma de viver afloraram sentimentos.

Empatia, compaixão, resiliência e dor. Muitos entraram em depressão e ansiedade, outros negaram o momento.

A ciência comprovou que a transmissão do vírus acontecia por gotículas e aerosol. Indicou o uso de máscaras para população. Provavelmente se tornou a maior medida não farmacológica da nossa história.

A população se beneficiou do uso das máscaras também na redução de inúmeras doenças respiratórias. Em alguns países com redução de 90% dos casos de influenza.
Nos EUA pré pandemia morriam todos os anos mais de 50 mil pessoas com influenza, sendo considerado “normal”.

A expectativa com a volta do comportamento de 2019 que as mortes por COVID-19 ficarão em 100-150 mil por ano.

A ciência com o conhecimento adquirido olha para esses “números” e não aceita isso como “normal”.

Hoje podemos utilizar medidas aprendidas e reduzir o número de hospitalizações e mortes por qualquer vírus. Principalmente em períodos do ano com intensa circulação viral.

Usar máscaras quando estiver doente ou visitar alguém que está com a saúde debilitada deverá ser sempre feito.

Não é copiar a cultura oriental. Isso é reconhecer que podemos adoecer menos e transmitir menos.

A população precisa entender que 2019 deve ficar para trás.

Viver o presente e planejar o futuro sem valorizar tudo que passamos não é aceitável em 2022.

Procure viver e se divertir em ambientes abertos e ventilados.
Faça todas as vacinas disponíveis.
Se ficar doente se cuide e proteja o próximo.
Tenha sempre uma máscara disponível para usar.

Vamos em frente!”

Evolução viral: ômicron escalou o pico do sucesso, mas pode perder o trono em breve

Especialista em coronavírus, o virologista Paulo Brandão explica como se comporta a evolução neste grupo, e por que a ômicron ainda não deve ser a última variante a enfrentarmos nesta pandemia

Fonte: Evolução viral: ômicron escalou o pico do sucesso, mas pode perder o trono em breve

Dois terços de infectados por ômicron dizem já ter tido covid antes, indica pesquisa britânica – BBC News Brasil

Entre as pessoas com maior risco de pegar covid novamente estão profissionais de saúde e famílias com filhos ou muitas pessoas vivendo na mesma casa.

Fonte: Dois terços de infectados por ômicron dizem já ter tido covid antes, indica pesquisa britânica – BBC News Brasil

15, 14, 10, 7, 5 dias… qual é o tempo de isolamento adequado?

Pesquisadores buscam bater o martelo sobre o tempo de isolamento necessário para mitigar a disseminação da infecção pelo novo coronavírus.

Fonte: 15, 14, 10, 7, 5 dias… qual é o tempo de isolamento adequado?

EMA: AstraZeneca e Janssen têm novo possível efeito colateral

Chamada de mielite transversa, a inflamação é uma “possibilidade razoável”, diz agência reguladora da Europa. Leia no Poder360.

Fonte: EMA: AstraZeneca e Janssen têm novo possível efeito colateral