G1 – Após morte por febre amarela, Saúde intensifica vacinação, em Goiânia – notícias em Goiás

SMS afirma que homem de 27 anos morreu por causa da doença em abril.Agentes de saúde visitaram casas e conferiram cartões de vacinação.

Fonte: G1 – Após morte por febre amarela, Saúde intensifica vacinação, em Goiânia – notícias em Goiás

Atenção às datas. O paciente morreu em abril e a confirmação se deu agora – julho. 3 meses de atraso no desencadeamento do bloqueio vacinal. Se fosse uma deficiência pontual da VE de Goiânia já seria sério, mas aparentemente este “delay” já se tornou “modus operandi” do sistema todo.

Yellow Fever in Angola and Beyond — The Problem of Vaccine Supply and Demand — NEJM

image

Perspective from The New England Journal of Medicine — Yellow Fever in Angola and Beyond — The Problem of Vaccine Supply and Demand

Fonte: Yellow Fever in Angola and Beyond — The Problem of Vaccine Supply and Demand — NEJM

Editorial da última edição da NEJM sobre o descontrole da Febre Amarela em alguns países da Africa. A questão crucial é que trata-se de doença prevenivel com uma vacina conhecida há décadas, altamente eficaz e de baixo custo, que não obstantemente tem sido incapaz de reverter o quadro epidemiológico por questões financeiras e logísticas.

WHO | Meeting of the Emergency Committee under the International Health Regulations (2005) concerning Yellow Fever

Fonte: WHO | Meeting of the Emergency Committee under the International Health Regulations (2005) concerning Yellow Fever

A OMS, assim como a comunidade médica em geral está levando bem a sério este surto de febre amarela na África, que começou em Angola e agora começa a se espalhar por países vizinhos. Apesar de ser um chavão manjado, nunca é demais lembrar que vivemos em um mundo globalizado, e que as pessoas podem se deslocar muito rapidamente de um continente para outro.

Yellow Fever Concerns Grow, WHO Urged to Set Up Emergency Panel

image9

A growing yellow fever epidemic in Africa and Latin American led to calls for the WHO director-general to convene an emergency response committee, partly because of an anticipated vaccine shortage.

Fonte: Yellow Fever Concerns Grow, WHO Urged to Set Up Emergency Panel

Angola já reportou mais de 2,1 mil casos suspeitos de febre-amarela | Rádio das Nações Unidas

Fonte: Angola já reportou mais de 2,1 mil casos suspeitos de febre-amarela | Rádio das Nações Unidas

Preocupante, muito preocupante. De Angola a doença já se fez presente em outros países, podendo sair de controle, no que pese ser uma doença prevenível por vacina.

Febre amarela causa morte no interior de São Paulo – Notícias – Saúde

image111

Fonte: Febre amarela causa morte no interior de São Paulo – Notícias – Saúde

Faltam informações mais precisas, como por exemplo qual o critério laboratorial da confirmação do caso ou em que região silvestre teria sido a contaminação, mas a notícia em si é preocupante.

WHO | Yellow fever – Angola

promedmail

On 21 January 2016, the National IHR Focal Point of Angola notified WHO of an outbreak of yellow fever (YF). The first case with onset date on 5 December 2015 was identified in Viana municipality, Luanda province.

Fonte: WHO | Yellow fever – Angolawho

Embora no Brasil o último caso de Febre Amarela de transmissão urbana tenha sido registrado em 1942 (em Sena Madureira – AC), ela está como nunca rodeando nossas cidades infestadas de Aedes. Já os casos de transmissão silvestre, com ciclo epidemiológico próprio nunca cessaram, ocorrendo às dezenas por ano.

Já na Africa a história é outra, e muitos países convivem até hoje com a transmissão urbana da doença. Este surto em Angola, que já foi noticiado aqui antes, é o mais preocupante nos últimos anos, e a contagem dos casos não para de crescer.

Angola: Mais de 50 casos de óbitos suspeitos de febre amarela registrados no país

Se já não bastasse a malária, agora também a febre amarela. Não podemos esquecer que há vários brasileiros trabalhando nos países africanos que falam a língua portuguesa como Angola. Muito deles da região de Presidente Prudente.vacina

Acesse aqui via proMedMail

Aedes: ‘estamos dando milho aos bodes’ – Carta Maior

Um contraponto ao senso comum do combate às doenças transmitidas por mosquitos, útil para reflexão.

Fonte: Aedes: ‘estamos dando milho aos bodes’ – Carta Maior