Mais da metade dos pacientes com febre amarela apresenta anomalias eletrocardiográficas

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Em 2018 o Brasil vivenciou uma epidemia de febre amarela. Um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) com colaboração norte-americana investigou pacientes que contraíram a doença naquele período e comprovou que há envolvimento cardíaco nessa infecção.

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