Máscaras: usar ou não usar, eis a questão

Compartilho esse texto, muito sensato por sinal. Vale a reflexão quando estamos discutindo o abandono das máscaras em ambientes fechados.

Não deixe de ler! Esta leitura vai ajudar você a decidir sobre quando usar as máscaras, como planejar seu 2022 com o menor risco possível!

Texto do Filipe Veiga, pediatra (RJ).

“A pandemia acabou? Estamos prontos para voltar a viver como 2019?

Após 2 anos muita coisa mudou, nós mudamos. Querendo ou não.

Nesse período….
A ciência foi capaz de impedir milhares de hospitalizações e mortes com a maior campanha vacinal da nossa história. Em pouco mais de 1 ano mais de 10 bilhões de doses foram aplicadas.

A população passou por uma prova de fogo, muitas vidas perdidas, familiares e amigos que se foram precocemente. O lockdodown e as mudanças radicais na forma de viver afloraram sentimentos.

Empatia, compaixão, resiliência e dor. Muitos entraram em depressão e ansiedade, outros negaram o momento.

A ciência comprovou que a transmissão do vírus acontecia por gotículas e aerosol. Indicou o uso de máscaras para população. Provavelmente se tornou a maior medida não farmacológica da nossa história.

A população se beneficiou do uso das máscaras também na redução de inúmeras doenças respiratórias. Em alguns países com redução de 90% dos casos de influenza.
Nos EUA pré pandemia morriam todos os anos mais de 50 mil pessoas com influenza, sendo considerado “normal”.

A expectativa com a volta do comportamento de 2019 que as mortes por COVID-19 ficarão em 100-150 mil por ano.

A ciência com o conhecimento adquirido olha para esses “números” e não aceita isso como “normal”.

Hoje podemos utilizar medidas aprendidas e reduzir o número de hospitalizações e mortes por qualquer vírus. Principalmente em períodos do ano com intensa circulação viral.

Usar máscaras quando estiver doente ou visitar alguém que está com a saúde debilitada deverá ser sempre feito.

Não é copiar a cultura oriental. Isso é reconhecer que podemos adoecer menos e transmitir menos.

A população precisa entender que 2019 deve ficar para trás.

Viver o presente e planejar o futuro sem valorizar tudo que passamos não é aceitável em 2022.

Procure viver e se divertir em ambientes abertos e ventilados.
Faça todas as vacinas disponíveis.
Se ficar doente se cuide e proteja o próximo.
Tenha sempre uma máscara disponível para usar.

Vamos em frente!”

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